quinta-feira, 9 de maio de 2013
Vamos retormar os trabalhos...
O mundo está muito engraçado e não posso perder a chance de, aqui, neste humilde ciberespaçointergalácticouniversalinfinito, tecer alguns comentários (maldosos, claro! pois não poderia ser diferente...) acerca das cercas que vão se colocando em nossa longa e penosa trajetória como humanos (puta diesfarce, hein?). Juro mamãe mortinha (16/02/1970) que agora é pra valer. Como no Jogo do (ou de?) Bicho, VALE O ESCRITO!
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Puta merda! Havia escrito um texto legal mas se perdeu por algum tipo de comando desavisado. É foda, mas como não há um suporte físico para essa nova modalidade de escritura, no que concerne somente ao registro, corre-se, sempre, o risco de se perder o produto dos esforços de interpretação das coisas que pretendemos expressar. Já era, sou vítima do meu analfabetismo digital... Mudança dos tempos.
Referia-se ao espaço virtual como forma de uma presença ausente, como atrativo, convite para uma comunicação sem receptor, um mero exercício de prospecção, solitária, sem volta... Afinal, o que temos mesmo a dizer?
Referia-se ao espaço virtual como forma de uma presença ausente, como atrativo, convite para uma comunicação sem receptor, um mero exercício de prospecção, solitária, sem volta... Afinal, o que temos mesmo a dizer?
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Vamos retomar a função primeira deste espaço, democrático e universal, como cunha que se interpõe aos tempos de coisas efêmeras, quase inexistenciais, imperceptivas. Vamos fazer dele uma forma de manifestação solitária, como é de fato o ato de pensar e registrar esse pensamento, mesmo com as diversas possibilidades de se colar em pensamentos outros.
Vamos criticar sempre, porque entendemos que somente, a partir e por meio do pensamento crítico, podemos traçar outras formas de ação, construir outras visões de mundo. O mundo imundo da construção histórica.
Poderia parecer pretensioso se não fosse a própria pretensão uma espécie de camada primeira dos planos de inserção do ser em contextos diversos. No entanto, para que isso de fato ocorra, ou mesmo a sua reversibilidade, a descontextualização, precisamos estabelecer, forçosamente, as estratégias, como apropriação de recursos de todas as naturezas, humanas ou não, das interpretações do curso dos acontecimentos, as compreensões desses próprios acontecimentos em seus cursos inexoráveis.
Começaremos, então, tocando nos aspectos simbólicos desse cotidiano simples e enfadonho. Reconhecemos que a vida é constituída de situações provisórias, escondendo sempre a sua falsa linearidade. E, por isso mesmo, deveríamos celebrá-la, não na perspectiva biológica, fisiológica da existência em si, mas, fundamentalmente, pelas nossas próprias perspectivas de permanentes intervenções na vida, da vida, pela vida. De volta da ida sem fim.
Vamos criticar sempre, porque entendemos que somente, a partir e por meio do pensamento crítico, podemos traçar outras formas de ação, construir outras visões de mundo. O mundo imundo da construção histórica.
Poderia parecer pretensioso se não fosse a própria pretensão uma espécie de camada primeira dos planos de inserção do ser em contextos diversos. No entanto, para que isso de fato ocorra, ou mesmo a sua reversibilidade, a descontextualização, precisamos estabelecer, forçosamente, as estratégias, como apropriação de recursos de todas as naturezas, humanas ou não, das interpretações do curso dos acontecimentos, as compreensões desses próprios acontecimentos em seus cursos inexoráveis.
Começaremos, então, tocando nos aspectos simbólicos desse cotidiano simples e enfadonho. Reconhecemos que a vida é constituída de situações provisórias, escondendo sempre a sua falsa linearidade. E, por isso mesmo, deveríamos celebrá-la, não na perspectiva biológica, fisiológica da existência em si, mas, fundamentalmente, pelas nossas próprias perspectivas de permanentes intervenções na vida, da vida, pela vida. De volta da ida sem fim.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
ATENÇÃO!
Este blog foi concebido, é elaborado e mantido pela UNGEHOBELTHEIT PRODUKTION®.
"...Há muito tempo eu vivi calado, mas agora resolvi falar ...”
O mundo é feito de sonhos, muitos deles, diria a maioria (dos sonhos ou das pessoas?), eróticos, porque fomos, somos e seremos, SEMPRE, reprimidos em nossos desejos, dos mais comunzinhos aos mais complexos, íntimos, diabólicos, aqueles que geralmente somos obrigados a buscar os chamados decifradores de sonhos, pois o nível de possibilidades combinatórias, em linguagem puramente simbólica (não lógica nem matemática, claro!), é extremamente alto, às vezes sem função referencial.
E meu sonho sempre foi fazer parte desse seleto grupo de pessoas, que usam a tecnologia disponibilizada pelos avanços científicos (há muita, mas muita gente mesmo, que ainda hoje acredita na vontade e graça de Deus para a evolução da espécie humana) para exprimir suas idéias, suas críticas, suas análise, enfim, suas percepções, mais ou menos racionais, sobre o mundo. Claro, há aquelas que se desviam desse propósito, não ousaria apenas dizer o caminho da razão; que insistem em dizer besteiras, postar coisas inúteis, futilidades, intimidades dispensáveis, detalhes sórdidos de coisas sem o mínimo interesse. Mas a internet, ou supermegahiper-rede mundial de computadores deu nisso mesmo. Mais democrático impossível. Basta ver o absoluto sucesso do YouTube. Lá se encontram peças raras, preciosas como também biliões de “nada a ver”. Faz parte. Talvez porque todos, de todas as formas, querem os seus ínfimos 15 segundos de alguma fama.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
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